Pandarens
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Pandarens

De WoWWiki BR

Um humanóide que se parece vagamente com um urso, de constituição maciça e rosto ursino e rústico. Sua pelagem curta é branca, com manchas negras ao redor dos olhos e nas costas.

O Império Pandaren foi fundado antes da Grande Fragmentação do mundo. Seus recursos e conhecimento místico eram compartilhados com os nativos elfos noturnos da Kalindor Central. Conforme a obsessão dos Kaldorei pelas forças mágicas os levava à beira da loucura, os gentis pandaren romperam seus laços com esses seres e abandonaram-nos para sempre. Os clãs pandaren, ou shao’dins, viajaram pelos oceanos e estabeleceram cidades improvisadas, porém belas, de pedra e bambus resistentes em uma ilha que chamaram de Pandária.

Eles viveram em paz por muitas gerações até a Fragmentação. Alguns, incluindo os dançarinos da guerra, partiram de Pandária, vagando por Kalindor e outras terras em jornadas de exploração. Empunhando lâminas estreitas e delicadamente balanceadas, os dançarinos da guerra logo adquiriram fama entre os espadachins mais letais do mundo.

A sociedade dos pandaren mudou desde sua origem. Outrora um império poderoso, erguendo-se orgulhosamente ao lado de seus aliados Kaldorei, agora é um povo simples que deseja apenas a paz e um lar seguro. Porém, o mundo é um lugar perigoso e os pandaren só continuarão através da aceitação da violência que acompanha a vida.

Em muitos aspectos, essa sociedade é compartimentalizada. Em seu âmago, os pandaren valorizam a paz e a criatividade. Muitos são poetas e cantores e os artesãos são muito admirados. Entretanto, o perigo em suas vidas exigiu a evolução de uma classe de guerreiros para defender os ideais da raça – são essas criaturas desde o mais simples lanceiro ate os grandes Shodo-Pan, que garantem a sobrevivência da cultura pandaren.


Tabela de conteúdo

Dançarinos da guerra

Dançarino da guerra
Dançarino da guerra

Resplandecentes em suas elaboradas armaduras de bambu e perigosos com suas lâminas de guerra shaktani, os dançarinos são a epítome da visão de mundo dos pandaren. Para eles, cada individuo possui uma arte e deve passar a vida intera aperfeiçoando-a. Para os dançarinos da guerra, ela consiste no combate.

Porém eles não são belicosos, e talvez sejam os únicos artistas do mundo que se arrependem de cada oportunidade para praticar a sua arte. Mesmo assim, reservam esse sentimento para as purificações a que se submetem após o combate. No calor da batalha, a visão de um dançarino é inigualável, realizam a dança shaktani, uma dança letal de aço e sangue ao ritmo da musica sagrada que todos são ensinados a ouvir em meio a algazarra da violência.

Geomantes

Os espíritos da terra são reais e, às vezes, muito perigosos. O dever sagrado dos geomantes pandaren consiste em entender a configuração do solo e estudar o terreno para compreender a natureza e a disposição dos espíritos que o habitam. No entanto, fazem muito mais do que simplesmente examinar os espíritos da terra, pois também se empenham em apazigua-los. Por meio de rituais, canções e sacrifícios (de objetos inanimados), os geomantes tentam acalma-los, aplacando-os com atenção e honrarias.

Se esse processo falhar, os geomantes são tem escrúpulos em manipular a própria natureza dos espíritos. Eles ensinam que a terra é reflexo desses seres, mas eles também são reflexos da terra. Quando a entidade se altera, o solo ao seu redor também muda, porém quando o solo se altera, o espírito também pode mudar. Portanto, os geomantes orientam os clãs a modificar o território ao seu redor, tornando-o uma lugar apropriado não somente para viver, mas também para ajudar a tornar seu espírito uma entidade mais amigável.

Os geomantes, normalmente pacíficos, podem se tornar ferozes em combate. Os espíritos da terra, gratos pelos geomantes, também estão dispostos a lutar em nome deles. Os indivíduos que se deparam com um geomante durante a batalha testemunham a própria terra se erguendo e assumindo a forma de elementais de pedras e rochas. As lendas ainda falam de geomantes capazes de evocar o solo para destruir os povoados de seus inimigos com terremotos devastadores.


Shodo-Pan

Shodo-Pan
Shodo-Pan

Antigamente, havia apenas um Shodo-Pan, venerado como o representante mais poderoso do povo pandaren e seu imperador, era escolhido pelos próprios espíritos. Com a queda do antigo império, o termo “shodo-pan” passou a representar não somente um governante, mas os lideres dos diversos clãs.

Um shodo-pan é diferente, pois existe entre os dois mundos – o físico e o espiritual. Embora sejam dançarinos da guerra habilidosos, também devem compreender e praticar a arte dos geomantes, pois há ocasiões em que ambas às artes devem se sobrepor. Nos raros momentos em que os espíritos de um lugar não podem ser apaziguados, os shodo- pans devem dançar contra eles. Assim como os geomantes atendem às necessidades dos espíritos da terra, os shodo-pans fazem o mesmo em relação ao espírito do seu povo.

Os pandarens honram e reverenciam os shodo-pans como a personificação do espírito de seu povo. Na verdade, diz-se que os ancestrais sussurram nos ouvidos dos geomantes quem será o novo líder do clã. Não existe nobreza entre os pandaren, pois qualquer dançarino na guerra ou geomante pode ser escolhido como o próximo shodo-pan.

Quando isso acontece, o futuro shodo-pan deve se afastar de sua primeira disciplina para aprender a outra. Os geomantes ficam proibidos de usar suas artes espirituais até que tenham dominado a dança da guerra, da mesma maneira os dançarinos devem deixar de lado a armadura e as lâminas shaktani para aprender as Canções dos Cem Espíritos entoadas pelos geomantes.


Mestres cervejeiros

BrewMaster
BrewMaster

Alguns pandaren seguem alheios a norma de sua própria cultura. Os mestres cervejeiros são aqueles que apreciam as bebidas. No entanto, em vez de lhes relegarem à posição de parias da sociedade, os pandaren respeitam muito aqueles que demonstram essa propensão. Estes indivíduos, assim como todos de sua espécie, dominam uma arte: A fabricação de cervejas, vinhos e bebidas espirituais.

Os mestres cervejeiros aprendem quais as plantas, frutos e fungos quem contém os espíritos mais poderosos. Eles colhem essas entidades e as despertam, permitindo que os afortunados que ingerem uma dessas infusões consigam realmente ver e comungar com os espíritos, e algumas vezes até adquirir poderes dessas entidades por uma período de tempo.

Os mestres aprendem sua estranha dança ébria de guerra com esses espíritos. Eles são únicos pandaren isentos das censuras em relação a habilidade de criar e destruir – de qualquer forma, estão ocupados demais ouvindo as entidades que rodopiam em suas cabeças para se preocuparem com o que os seus semelhantes pensam.



Criado por: Panon

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